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05
Dez/15

Barreiras: Populao protesta contra aumento nas passagens do transporte coletivo


Praça Castro Alves, onde iniciou o manifesto












A polícia militar e guardas municipais fizeram a segurança no local


Guilherme Mateus, coordenador da pastoral da juventude, em entrevista ao Blog do Sigi Vilares



Vereadores que apoiam o movimento


Carlos Tito, vereador, presidente da Câmara, em entrevista ao Blog do Sigi Vilares




Momento em que chegaram em frente a prefeitura

















A Pastoral da Juventude de Barreiras liderou uma manifestação pública nesta sexta-feira (4), protestando contra o reajuste de 21,74% na passagem do transporte coletivo, anunciado pela Prefeitura Municipal, para linhas urbanas e rurais. O valor passa dos atuais R$ 2,30, para R$ 2,80.

O movimento popular começou na Praça Castro Alves, no centro da cidade, e prosseguiu até a frente da Prefeitura. A caminhada contou com a presença dos vereadores Carlos Tito, Presidente da Câmara Municipal, Gilson e Lúcio.

O Coordenador da Pastoral da Juventude, Guilherme Mateus, falou à nossa reportagem que a juventude se movimenta contra o aumento de cinquenta centavos, repudiando a decisão do Prefeito Antônio Henrique. Guilherme alega que já houve um aumento no mês de fevereiro, além disso, a empresa Viação Cidade Barreiras não cumpriu com a sua parte no contrato, para construir estações de ônibus cobertas, transbordo, utilização dos azuizinhos e integração entre linhas. O Coordenador acusa, ainda, o Prefeito de ter elaborado o Decreto do reajuste, da noite para o dia, sem consultar todos os interessados.

O Vereador Carlos Tito informou que a Câmara protocolou uma representação no Ministério Público Estadual, “pedindo providências para que apure as ilegalidades e abusividades do decreto municipal e recomende o Executivo a rever a decisão ou, mesmo, proposição de uma Ação Civil Pública para revogar a decisão do Prefeito”, afirmou o Vereador. Carlos Tito reiterou as denúncias contra a empresa responsável pelo transporte, pelo não cumprimento de obrigações contratuais.

Fonte: Reportagem de Fernandez Fernandes e Cristiano Fdel/Blog do Sigi Vilares
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