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Nov/24 |
Novas ofertas da Maná Agropet |
Neste sábado, 2, a 38ª CIPM, prendeu indivíduo com mandado de prisão em aberto no município de Bom Jesus da Lapa.
Ao proceder com a abordagem ao veículo, identificou um indivíduo possuía um mandado de prisão em aberto, oriundo do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.
O indivíduo de 29 anos é acusado de pertencer a uma organização criminosa (facção).
O mesmo foi preso, juntamente com material apreendido foram apresentados na delegacia de polícia.
04
Nov/24 |
Investigações sobre venda de decisões conectam personagens do agro na Bahia e em Mato Grosso |
Quatro anos separam a primeira fase da maior operação policial sobre venda de decisões judiciais do Brasil, a Faroeste, na Bahia, do assassinato do advogado Roberto Zampieri em Cuiabá, pivô de um escândalo similar que chegou até o STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Apesar do intervalo temporal, ambos os casos se conectam por elos com um mesmo advogado —que fez delação premiada— e por estarem ligados a disputas de terra em polos agropecuários.
Vanderlei Chilante, delator na Faroeste, era o representante da família de Aníbal Manoel Laurindo em uma disputa de terras desde, pelo menos, 2003.
Aníbal é suspeito de ser o mandante do assassinato de Zampieri, morto dentro do carro, com dez tiros, em frente ao seu escritório na capital mato-grossense.
No celular da vítima, a polícia encontrou mensagens que apontaram suspeitas de pagamentos de propina a um desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) e de relações com um lobista que negociava decisões com gabinetes do STJ. Esse mesmo lobista é alvo de outro inquérito que levou ao afastamento de magistrados de Mato Grosso do Sul.
A polícia indiciou Aníbal com base em telefonemas e em um depósito feito a um dos executores do crime —que ele justifica ter sido para participação em uma reunião com parlamentares bolsonaristas em Brasília.
Mas, além disso, ele disputava terras na região de Paranatinga (MT) com um cliente de Zampieri e vinha lançando suspeitas sobre a relação do advogado com o desembargador Sebastião de Moraes Filho, relator dos processos no TJ-MT e mais tarde foi afastado do tribunal pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Segundo a Polícia Civil, uma decisão de Sebastião contrária aos interesses do produtor rural “foi o ‘estopim’ para a concretização dos planos que já vinham sendo montados pelos suspeitos Aníbal e sua esposa, que decidiram matar a vítima Roberto Zampieri”.
Chilante, o advogado que liga os casos da Bahia e de Mato Grosso, fez um pedido de liminar em favor de Aníbal na disputa de terras em que dava o valor da causa de R$ 5,9 milhões. Ele continuou advogando para o produtor rural nessas disputas depois da morte de Zampieri.
O defensor tinha como cliente outro produtor rural de Mato Grosso, Nelson Vigolo, da empresa Bom Jesus Agropecuária, e ambos firmaram delação premiada no âmbito da operação Faroeste, que mirou a venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça da Bahia.
Só nos últimos meses, duas desembargadores do estado se tornaram rés (uma delas pela segunda vez) em razão das investigações, juízes do sul do estado foram afastados sob suspeita de irregularidades em questão fundiária e um magistrado da região oeste disse sofrer ameaças por julgar casos relacionados a grilagem.
Em 2021, Chilante, que não é suspeito nos casos de Mato Grosso, foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia sob acusação dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.
Segundo essa denúncia, teriam sido negociados pagamentos de R$ 1 milhão a um juiz baiano para que ele se declarasse suspeito e não decidisse de forma desfavorável em processos de interesse da Bom Jesus Agropecuária.
À época, a empresa estava em disputas contra o grupo de Adailton Maturino, que ficou conhecido como “falso cônsul”, e também é acusado de comprar decisões judiciais de magistrados da Bahia. A região em que foi concentrada a briga é a divisa baiana com o Piauí e Tocantins.
A Bom Jesus entrou em recuperação judicial, na qual atuou a empresa de gestão patrimonial Fource. Segundo a empresa, havia R$ 2,6 bilhões em dívidas.
Os sócios da Fource, Valdoir Slapak e Haroldo Augusto, Filho aparecem nas conversas com Zampieri. O CNJ aponta suspeitas de que houve vantagens indevidas concedidas ao filho do desembargador Sebastião, que teria atendido o advogado em um recurso.
No dia 7 de novembro, aponta o documento, Valdoir procurou Zampieri para acertar valores, e o advogado disse que teve que pagar R$ 200 mil “ao filho do velho”.
Atualmente, todas as investigações que envolvem o caso de Zampieri e as suspeitas de vendas de decisão judicial tramitam no STF (Supremo Tribunal Federal), sob relatoria do ministro Cristiano Zanin. Já a Faroeste está sob responsabilidade do STJ.
Procurado por meio de seu escritório, Vanderlei Chilante não se manifestou.
O advogado de Aníbal Manoel Laurindo, Carlos José de Campos, disse que o processo de seu cliente está sob sigilo e que não iria comentar.
Em nota divulgada quando as mensagens foram reveladas, os sócios da Fource disseram que “repudiam avaliações precipitadas com base em mensagens descontextualizadas”.
Eles afirmam que “nunca foram parte nos processos discutidos na ocasião e mantinham acompanhamento deles tão somente para avaliação como meio de investimento em aquisição de ativos estressados”.
“[Os sócios] não contrataram o advogado Roberto Zampieri para atuar nas causas em questão e nunca tiveram qualquer contato com o filho do desembargador envolvido ou mesmo com o próprio magistrado.”
Nelson Vigolo não foi encontrado pela reportagem.
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O Ministério da Saúde já incinerou, em 2024, 10,9 milhões de vacinas com o prazo de validade expirado. A maior perda se refere a imunizantes da Covid-19, mas há também doses para febre amarela, tétano, gripe e outras doenças.
A quantidade de imunizantes desperdiçados deve ser maior ainda, uma vez que o estoque do Ministério da Saúde armazena outras 12 milhões de doses que já venceram, incluindo 9 milhões da Janssen contra a Covid-19. As vacinas também devem ser incineradas.
Os dados foram obtidos pela coluna via Lei de Acesso à Informação (LAI). A resposta foi enviada em 25 de outubro.
Entre os imunizantes já incinerados, cerca de 6,4 milhões de doses eram para a Covid-19. A doença já matou mais de 5,1 mil pessoas no Brasil neste ano, de acordo com dados da pasta.
Ministro da Educação fala sobre números do Enem no Nordeste
A Bahia teve 100% dos alunos dos alunos do Terceiro Ano do Ensino Médio inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024, que teve sua primeira etapa realizada neste domingo, 3. Os dados foram divulgados pelo ministro da Educação, Camilo Santana (PT).
Durante visita ao centro de monitoramento montado na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Anísio Teixeira (INEP), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Camilo pontuou que quase toda a região chegou ao número máximo de inscritos, exceto o Maranhão.
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Nov/24 |
Lote a venda em condomínio em LEM |
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Mapa de Sergipe, de 1919, elaborado por Ávila de Lima Crédito
Enquanto a Bahia é o quinto maior estado territorial do país, Sergipe segura a lanterninha no mesmo quesito: é o menor do Brasil. Para efeitos de comparação, basta dizer que cabem aproximadamente 25 estados de Sergipe dentro da Bahia. A diferença territorial entre os dois é absurda e, reparem só, está longe de ser um mero acaso.
Há uma relação direta de causa e efeito no gigantismo de um e no encolhimento do outro. Trocando em miúdos, a Bahia roubou terras do seu vizinho, modelando seu mapa, expandindo suas divisas e redesenhando seu próprio território, do Brasil Colônia até o começo do século 20.
O grande responsável por legitimar a usurpação cirúrgica final foi o médico baiano Braz Hermenegildo do Amaral, que se destacou mesmo na área da pesquisa histórica.
Amaral foi deputado federal por três legislaturas e ajudou a fundar duas importantes entidades da intelectualidade do estado: a Academia de Letras da Bahia (ALB), ocupando a cadeira de número 4, e o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB).
A convite do então governador JJ Seabra, que estreou no cargo em 1912, Braz do Amaral topou iniciar uma série de pesquisas para definir as novas divisas da Bahia – tanto ao norte, em áreas delimitadas com Sergipe, Alagoas e Pernambuco, quanto no extremo sul, na separação com o Espírito Santo.
Aqui cabe explicar um contexto importante da época. Com a proclamação da República, em 1889, o que antes eram províncias foram transformadas em estados, seguindo a lógica federalista adotada pelos Estados Unidos, que já despontava como uma nação próspera naquele período. Cada estado passou a ter sua própria bandeira, brasão de armas e Constituição estadual.
Ao se tornar governador, JJ Seabra, que hoje dá nome à Avenida da Baixa dos Sapateiros, iniciou uma ofensiva para tornar a Bahia um espaço de maior relevância no Brasil, tanto em extensão, quanto em importância política.
O governo do estado, então, passa a financiar longas viagens de Braz do Amaral ao Rio de Janeiro e também a Portugal. Nelas, ele encontrou inúmeros documentos para legitimar as novas fronteiras que a Bahia pleiteava – e que são apresentadas, anos depois, na Conferência de Limites Interestaduais, convocada pelo então presidente Epitácio Pessoa, em 1920.
Entre o material encontrado estavam 29 cartas escritas pelo português e professor de grego de Salvador Luís Santos Vilhena, cujo conteúdo guarda narrações sobre o cotidiano da cidade e detalhes da extensão territorial da Bahia.
Com esta carta de super trunfo na mão, Amaral arranca aproximadamente 17 mil quilômetros quadrados de Sergipe, que passou a, insistentemente, pedir o VAR para rever o impedimento da jogada.
No comando do Brasil após a Revolução de 1930, Getúlio Vargas chegou a se mostrar sensível à causa, mas desistiu do pleito para não desagradar o então interventor da Bahia, Juraci Magalhães. Na década de 1980, houve uma nova tentativa de reabrir a discussão, sufocada pelo lobby político.
Sergipe já foi mesmo da Bahia
De fato, na primeira divisão do Brasil Colônia, o território que hoje pertence a Sergipe foi mesmo área da capitania da Bahia de Todos os Santos, doada a Francisco Pereira Coutinho.
Em 1590, no período em que Espanha e Portugal foram regidos pelo mesmo monarca, Filipe II, foi estabelecida a província de Sergipe Del-Rey, com mais que o dobro do território que possui atualmente.
Ao longo dos anos, a província voltou a pertencer à Bahia, que também lhe tomou diversas terras, reduzindo seu tamanho original. Somente em 1820, enquanto vivia em solo brasileiro, que o rei Dom João VI assinou um decreto separando definitivamente as duas províncias.
Em 1855, a capital sergipana deixou de ser a histórica São Cristóvão e foi transferida para o povoado de Santo Antônio de Aracaju, planejada para ocupar a faixa litorânea do território.
Até os dias de hoje, os baianos insistem na infame piada de chamar Sergipe de quintal de casa, além de fazer chacota sobre a diminuta extensão do estado vizinho. Mas, ironicamente, é a Bahia quem deve explicações sobre o seu real tamanho.
Amigos são de áreas de formação diferentes, mas se uniram para criar a startup
Foi um encontro casual, sem nenhum propósito inicial de negócio entre eles, até porque os dois estavam nos primeiros anos do ensino superior. O baiano Gabriel Xavier Ferreira conheceu o mineiro Waldir Denver Muniz Meireles Filho em uma república estudantil enquanto ambos estudavam na Universidade Federal de Viçosa (UFV). Gabriel cursava agronomia, e Waldir, computação.
Gabriel, natural do oeste baiano, vinha de uma família com raízes no setor agrícola. Já Waldir desconhecia a área, mas começou a ter mais contato com o setor ao participar de projetos científicos na universidade. Em comum, o fato de dividirem a mesma casa, enquanto estudavam.
"Durante meu curso, trabalhei em pesquisas de coleta de dados no campo usando sensores, que geralmente são distribuídos em grandes áreas, possibilitando cobrir um vasto território sem a necessidade de uma infraestrutura complexa. Diferente de uma rede tradicional, onde cada sensor é independente, esses sensores interagem entre si, formando uma rede colaborativa", conta Waldir.
Gabriel, já totalmente imerso no mundo do agronegócio, viu grande potencial nessa tecnologia de sensores para aumentar a competitividade do setor. Ele também participou de uma palestra em que percebeu que a demanda era grande por informações precisas, como umidade do solo e dados climáticos — aspectos essenciais para o manejo eficiente.
Conversando com outros estudantes de agronomia, Gabriel começou a idealizar como aplicar essa tecnologia na agricultura. Após se formar, voltou a morar em Luís Eduardo Magalhães, onde passou a trabalhar em uma consultoria de irrigação. Na prática, confirmou a necessidade de dados precisos para os agricultores.
"Em 2016, Gabriel me ligou, explicou a ideia e propôs que eu fosse para o Oeste da Bahia para desenvolvermos a solução que ele visualizava. A decisão foi difícil, pois eu estava a 1.700 quilômetros de distância, em Belo Horizonte, e até então não fazia ideia de como era a região", lembra Waldir.
“Aqui, o clima e o modo de vida são bem diferentes do que eu estava acostumado. A cidade de Luís Eduardo Magalhães, onde estamos baseados, é um polo agrícola, com fazendas imensas, que chegam a ter vinte mil, cinquenta mil hectares”, completa o mineiro.
Criação
Em 2017, os amigos criaram a startup Kalliandra, nome de um arbusto robusto que, nas épocas mais árduas do ano, floresce e se destaca na vegetação seca. A ideia inicial era desenvolver um sistema para manejo de irrigação. Seria necessário coletar informações como quantidade de chuva, uso de irrigação e clima, alimentando um sistema que estima a umidade do solo para determinar a quantidade exata de água que o produtor precisa usar, economizando recursos.
“A ideia era que o sistema fosse alimentado automaticamente por sensores, sem precisar de intervenção manual. Esses sensores monitoram a umidade do solo em várias camadas e, com essas informações, conseguimos fazer uma estimativa precisa da irrigação necessária”, continua Waldir.
No final das contas, os sócios perceberam que a demanda por sensores era maior que a demanda pelo próprio sistema de manejo de irrigação. "Havia produtores que nem eram irrigantes, mas precisavam saber a quantidade de chuva. Tinham produtores também que precisavam saber o quanto de água estavam bombeando", explica o mineiro.
O sistema de monitoramento funciona independente da rede elétrica, de maneira totalmente autônoma, e é capaz de resistir às mais diversas intempéries climáticas e operações agrícolas. Para isso, a Kalliandra utiliza uma rede MESH proprietária, que permite que todos os equipamentos funcionem tanto como sensores quanto como repetidores de sinal, possibilitando uma cobertura completa de toda a propriedade com menos infraestrutura e em tempo real, sem atraso e com confiabilidade.
O carro-chefe é o pluviômetro digital, um instrumento utilizado para coletar e medir chuvas, e que hoje representa cerca de 70% dos negócios da empresa no campo. Além disso, a startup dispõe de estação meteorológica, monitor de pivô central, hidrômetros, sensores de umidade do solo, medidores de poço artesiano, entre outras soluções.
Atualmente, a Kalliandra ultrapassou as fronteiras de Luís Eduardo Magalhães e monitora mais de 250 mil hectares, chegando aos estados do Maranhão, Piauí, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso.
“Funcionamos por meio de um modelo de assinatura: o produtor contrata o serviço e recebe as informações em uma plataforma digital. É nossa responsabilidade manter os sensores funcionando e substituí-los, se necessário. Atualmente, temos cerca de 700 sensores em funcionamento e esperamos chegar a mil até o final do ano”, explica o mineiro.
Em 2020, a startup passou por uma grande virada ao ser selecionada por uma aceleradora, que investiu R$ 200 mil, além de oferecer mentorias para expandir o negócio. Desde então, a Kalliandra tem mantido contato com investidores para alcançar um faturamento estável, que permita continuar crescendo.
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Nov/24 |
CEFEB é campeão da Copa das Piscinas |
A equipe sub 17 do CEFEB (Centro de Formação Esportiva Barreiras) conquistou na noite de ontem, sábado, 2, o título de campeão da tradicional Copa das Piscinas, realizada na quadra poliesportiva do bairro Barreiras I, em Barreiras.
O título veio após o CEFEB derrotar por 6 x 1 a equipe dos Meninos da Lua, do bairro Morada da Lua.
Na competição, os meninos do CEFEB conquistaram cinco jogos e apenas uma derrota, juntamente para os Meninos da Lua. Alias, desta derrota veio, segundo o professor Chicão, o salto alto da equipe da Morada da Lua. “Eles achavam por que ganharam da gente na primeira fase seria fácil ganhar de nós na final. Eles até menosprezaram nossa equipe apostando R$ 1mil deles, contra R$ 500 nosso, que eles ganhariam da gente novamente. Eu que não sou besta e conheço bem minha equipe, apostei e ganhei”, comemorou o professor Chicão que aproveitou para agradecer aos patrocinadores da equipe nesta competição. “Agradeço o Blog do Sigi Vilares, ao Milton da Contabilidade e Alcinele da Van pelo apoio”.
No final professor Chicão aproveitou também para parabenizar sua equipe e a equipe da Morada da Lua. “São todos garotos que sonham em ser jogador de futebol, que dão o sangue em quadra para apresentar o melhor futebol. Tanto os nossos jogadores, quanto os jogadores do Morada da Lua estão de parabéns”, finalizou ele.
Com a conquista, o CEFEB embolsou R$ 6 mil.
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Na noite de sábado, 2, por volta das 22h30, a PM apreendeu drogas e dinheiro provavelmente do tráfico, na rua Ronaldo Alves, no bairro Vila Brasil, em Barreiras.
As guarnições da CIPT-O juntamente com as guarnições do PETO da 83ª CIPM, as quais estavam empregadas na Operação Opus, com o objetivo de intensificação do policiamento no Município de Barreiras, principalmente em locais com maior incidência de tráfico de entorpecentes e índices de CVLI.
Durante o patrulhamento tático no local e horário supracitado, visualizaram um indivíduo que ao perceber a presença das viaturas policiais, evadiu dispensando durante a fuga diversos materiais ao solo, sendo realizado o cerco do perímetro pelas equipes que culminou na interceptação do suspeito logo em seguida. Ao ser realizada a busca pessoal, foi encontrado nas vestes do abordado, uma balança de precisão e substância análoga a crack, além de certa quantia de dinheiro em espécie e um aparelho celular.
Ao procederem com a busca de perímetro, os policiais encontraram mais da referida substância dispensada pelo caminho, assim como, ao verificarem no sistema os dados pessoais do abordado, foi acusado em seu desfavor um mandado de prisão constando em aberto, pelo crime elencados no art. 14 da Lei 10.826/2003 “Estatuto do Desarmamento”, e art. 33 da Lei 11.343/2006 “Lei de Drogas”.
Diante de todo o exposto, o indivíduo qualificado, recebeu voz de prisão, sendo a princípio conduzido a Unidade de Pronto Atendimento local para receber assistência médica, e em seguida, foi apresentado na Central de Flagrantes de Barreiras juntamente com todo material apreendido para as medidas cabíveis.
Material apreendido:
03
Nov/24 |
Havia um poste no meio do caminho... |
Neste domingo, 3, condutor de uma picape Fiat Toro colidiu num poste de energia elétrica, na rua Marechal Hermes, no centro da cidade de Barreiras.
Na manhã deste domingo, 3, no cruzamento da rua Barão de Cotegipe com a rua Severino Vieira, no centro histórico de Barreiras, ocorreu uma colisão lateral envolvendo uma carreta baú dos correios e um carro de passeio.
Não há maiores detalhes do acidente de trânsito, porém, o carro ficou debaixo da carreta no semáforo que há no local.
A COOTRANS registrou o acidente e sinalizou o local.
Na madrugada deste domingo, 3, o condutor de um carro perdeu o controle quando trafegava pela Avenida Benedita Silveira, na altura da Curva do "S", no centro de Barreiras.
O veículo acabou entrando num posto de combustível, arrancando uma das bombas que foi parar na calçada. Combustível ficou derramado sobre a pista, causando perigo.
Por fim, o condutor do carro acabou parando ao colidir numa árvore próximo do local, não há detalhes do estado de saúde e o carro ficou com a frente destruída.
Na tarde de ontem, sábado (2), a equipe de mergulho do 17° Batalhão de Bombeiros Militar foi acionada para realizar a busca de um homem de 42 anos que havia se afogado no dia anterior no povoado de Santa Luzia, município de Angical, na Bahia.
As operações de resgate ocorreram no rio local, e por volta das 15h50, o corpo da vítima foi localizado e recuperado das águas.
Após o resgate, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para dar continuidade aos procedimentos necessários. As circunstâncias que levaram ao afogamento ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.
Confira horários, documentos e orientações para a prova do Enem
Cerca de 4 milhões de candidatos devem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (03). O primeiro dia de aplicação de provas vai contar com 90 questões objetivas, sendo 45 questões na área de ciências humanas e mais 45 voltadas para ciências humanas, além da redação dissertativa-argumentativa.
Os portões abrirão às 12hrs e fecharão às 13hrs, no horário de Brasília. Os participantes terão cinco horas e meia para realização da prova.
É necessário que os estudantes cheguem ao local com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente e com documento de identificação válido com foto.
Dentre os documentos aceitáveis, estão: Carteira de Identidade Nacional (CIN), Passaporte, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o E-título.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recomenda que o candidato leve, mesmo não sendo obrigatório, o cartão de confirmação de inscrição, que consta com o endereço e a numeração exata do local de realização do exame.
Além da documentação, alimentos e água em uma garrafa transparente também são permitidos no acesso (garrafas térmicas com termômetros de temperaturas não são permitidos). Ítens como caneta de material não transparente ou outros materiais escolares, como lapiseira, borrachas, livros, anotações ou impressos em geral, celular e objetos eletrônicos em geral - como calculadora, gravador ou relógio -, também não são autorizados no local do exame.
Quem chegar com algum desses objetivos, pode colocar em envelope porta-objetos antes de entrar na sala e manter debaixo da carteira, lacrado e identificado, durante toda a permanência do estudante no local.
Segundo informações do Inep, em 2023, 6.510 estudantes foram eliminados durante a prova por fazerem o uso de itens não permitidos. Desse número, 4.293 foram suspensos no primeiro dia e 2.217 no segundo dia.
A segunda aplicação da prova será no próximo domingo (10), com 45 questões de ciências da natureza e suas tecnologias e mais 45 questões voltadas para matemática e suas tecnologias.
Na noite deste sábado, 2, o condutor de um veículo VW Gol, acabou perdendo o controle da direção e caindo de um canal que margeia a BR 135, na altura da Vila dos Funcionários, em Barreiras.
Uma equipe do SAMU esteve no local e socorreu o condutor. Esse canal já foi palco de diversos outros acidentes.
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Nov/24 |
PRF realiza palestras de conscientização sobre segurança no trânsito em São Desidério e Barreiras |
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) promoveu palestras sobre Educação para o Trânsito nas cidades de São Desidério e Barreiras, Bahia, para conscientizar profissionais locais sobre segurança viária e redução de acidentes. Os encontros aconteceram na Mineração São Jorge, em São Desidério, e no Centro de Distribuição da Ambev, em Barreiras.
Organizado pelo Grupo de Educação para o Trânsito (GETRAN) da PRF de Barreiras, o evento reuniu trabalhadores e colaboradores locais, abordando os riscos mais comuns no trânsito e destacando medidas preventivas essenciais para um comportamento seguro. A iniciativa buscou sensibilizar os participantes para a importância de atitudes responsáveis, apontando as principais causas de acidentes e maneiras de evitá-los.
A ação também promoveu uma aproximação entre a PRF e a comunidade, criando um ambiente de diálogo e compartilhamento de informações sobre segurança nas estradas. Esse esforço educativo faz parte de uma estratégia contínua da PRF para fortalecer a cultura de segurança no trânsito, especialmente em áreas de grande fluxo de veículos e transporte de cargas.